sexta-feira, 29 de abril de 2011

Branquinho no Sport e outras novidades

Já estão fechadas duas negociações entre o América e o Sport. Visando a participação na Série B a equipe rubro-negra fechou contrato com dois jogadores do América e está em finalização de negociação com outro.
Branquinho foi emprestado para o Sport por 1 ano e 6 meses e Janderson fechou contrato com a equipe rubro-negra. O terceiro jogador na mira dos leoninos é nosso xerife David, o qual está em vias de fechar contrato para a temporada da Série B.
Em breve voltamos com mais informações sobre as recisões já efetuadas nos últimos dias e os destinos dos guerreiros Esmeraldinos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Alguns segredos do sucesso

Os torcedores Esmeraldinos têm muito para comemorar com o encerramento da campanha do Mequinha Jr. no certame estadual de 2011. O sexto lugar na frente de clubes que estavam disputando o estadual desde o ano passado e até do Santa Cruz, considerado um clube grande, mostrou que o trabalho comandado por Luciano Veloso rendeu bons frutos.

Diante disto, preparamos um registro do que foi a campanha Alviverde dos juniores segundo a visão do treinador. Esse texto numa conversa livre com Luciano Veloso durante o treino que antecedeu o último jogo dos juniores no Ademir Cunha. Jogo que foi adiado e que terminou com a vitória do Náutico por 3 a 2. Um resultado marcado por uma arbitragem confusa.

Luciano Veloso (direita) recebeu o convite e a incumbência de montar uma equipe Junior para disputar o campeonato pernambucano de 2011. Ao chegar no América ele realizou algumas peneiras e selecionou sua base. Esse início foi marcado pelo curto tempo de preparação e pelas dificuldades estruturais típicas das equipes menores de Pernambuco. Tais problemas se refletiram dentro de campo com as duas goleadas iniciais sofridas pelo Mequinha Jr para o Sport e para o Porto.

Mas essas dificuldades do começo não desanimaram Luciano Veloso, e logo o treinador conseguiu administrar o elenco que tinha em mãos para chegar a um padrão de jogo. Colaboraram com isso também alguns reforços advindos da equipe profissional.

O América investiu em jovens talentos que não tiveram o espaço no elenco profissional e acabaram reforçando o time da base. Entre eles destacou-se Jonatha, Lúcio, Afonso e Danilo. Outros atletas que inicialmente vieram para compor o elenco profissional também fizeram parte da base, os quais são Júlio, Tiago e Alves.

Aliado a essa iniciativa da diretoria Americana de reforçar o elenco, Luciano investiu no trabalho pedagógico para chegar a esse padrão desejado. Trabalhou com esquemas táticos de fácil compreensão e execução mas de boa eficiência, variando do 4-5-1 para o 4-4-3. E fez com que os atletas atuassem em mais de uma posição para aumentar o Know-how desses jovens que ainda estão em formação.

Outro detalhe interessante de se notar, foi a liberdade criativa que Luciano deu aos meninos, sobretudo aos que atuavam no ataque. Segundo ele, “o América sempre foi conhecido por ser um time audacioso que não tinha medo de jogar e desenvolver essa audácia nos garotos era uma questão fundamental, mas sem esquecer o compromisso com o coletivo”. Quem teve a oportunidade de chegar mais cedo nos jogos do Mequinha pode ver algumas jogadas que ilustraram o que foi relatado por Luciano.

A iniciativa de Luciano não só ajudou na formação profissional dos garotos como gerou resultados contundentes. O América adquiriu força no certame e iniciou uma bela campanha chegando a ficar nove partidas sem conhecer a derrota. Diante disso, a possibilidade do G4 se tornou real e palpável.

Mas o Mequinha oscilou e perdeu as oportunidade de manter a distância e a briga pela classificação. Luciano atribuiu essa oscilação à “grande quantidade de gols perdidos em algumas partidas e a alguns resultados que fugiram do planejamento, como a derrota para a Cabense em pleno Ademir Cunha”.

A todo o momento Luciano Veloso deixou muito claro que o sucesso dessa campanha deve ser atribuído aos atletas. E ele reforça o motivo de sua posição dizendo que não faltou empenho dos atletas com o projeto desenvolvido por ele. Tamém ressalta que “o elenco quase não sofreu contusões e que não nunca teve problema de indisciplina”. Pontos que reforçam a maturidade e seriedade desses garotos que viram no América a chance de realizar um sonho e de pode construir um futuro melhor.

Como já foi falado, alguns atletas possuem contrato com o América, os demais pertencem ao IDS entre os quais muitos tem idade de disputar mais temporadas pela categoria de base. Para estes a principal chance de continuar no futebol não dependia apenas deles: passava pela permanência do América na série A1 do pernambucano. E essa permanência veio.

Agora cabe ao América gerir com mais eficiência sua base, pois já foi provado que existe matéria prima. Formar jogadores para o mercado da bola e para entregar às fileiras Esmeraldinas do futuro é fundamental para a autossustentação do clube. Principalmente formar atletas que entendam os princípios do América, pois como o próprio Luciano Veloso defendeu, “esses garotos representam a chance do América reconstruir sua identidade”.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Heróis do futuro (?)

No decorrer do campeonato pernambucano de 2011, todos os Americanos se alegraram e se surpreenderam com as vitórias e com a bela campanha dos juniores do América. Todo o elenco merece créditos pelo ótimo trabalho orientado pela comissão técnica que é capitaneada por Luciano Veloso.

Muito embora o conjunto tenha sido o ponto forte do Mequinha Jr. no certame, dois garotos se destacaram: Danilo pela criatividade e calma nas saídas de bola no meio campo e Marquinhos pelas finalizações e eficiência dentro da grande área. Ambos são artilheiros da equipe, ambos tem qualidade técnica individual e para jogar coletivamente e ambos podem representar o futuro do América.

Entre as coisas que eles não compartilham está a situação contratual. Danilo já tem contrato profissional com o América, mas este se encerra em maio. Marquinhos por sua vez não tem contrato com o Clube Esmeraldino.

Danilo é jovem e sensato, mas já possui uma experiência como profissional. Já teve passagem pelo Bacabal do Maranhão onde disputou uma competição e de onde veio para o América na condição de profissional, pela idade a diretoria do Alviverde o convidou para reforçar a equipe dos juniores. Conversando com Danilo, nota-se um profundo conhecimento e compromisso com o projeto Alviverde de reestruturação. Além disso, ele desejaria fazer parte dessa nova etapa na vida Americana e quem sabe do ano do Centenário Alviverde.

Muito discreto e simples Danilo não me revelou que é sobrinho de Juninho Pernambucano. Através de outras pessoas e por acaso descobri esse fato que mostra uma curiosa relação entre sua habilidade dentro de campo e sua genética.

Marquinhos, por sua vez, é um centroavante nato. Embora seu biótipo não se encaixe na figura típica de um jogador dessa posição, ele naturalmente desempenha essa função com maestria. Autor de 7 gols no campeonato, o jovem artilheiro Americano mostra muita desenvoltura e habilidade dentro da grande área. Não tem medo de chamar a responsabilidade na hora de decidir e dá muito trabalho aos marcadores.

Marquinhos se sente emocionado em colaborar com a equipe na qual o seu avô jogou no passado. Ainda sem contrato ele sonha em continuar no futebol para ajudar sua família e também deseja fazer parte do projeto Esmeraldino para o Centenário.

Dois exemplos de jovens jogadores que podem ser aproveitados pelo América e que podem render bons frutos no futuro.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O que se passa, Rota do Mar?



Desde o inicio do ano, o torcedor do América vem sofrendo. Não, não estamos nos referindo sobre a campanha esmeraldina que corroeu os nervos de todos os esmeraldinos e seus simpatizantes durante o pernambucano, mas a condenável falha de distribuição da Rota do Mar (RTdM), que não consegue fazer um de suas principais responsabilidades, que é a fabricação de uniformes para a venda. 

Embora a RTdM tenha criado belos modelos para a temporada 2011 para o América (ouso-me ainda a afirmar que dentre os padrões criados por ela este ano, as do Campeão do Centenário foram as mais belas), o maior dos pecados da RTdM é deixar a torcida a ver navios, não encontrando camisas do clube esmeraldino a venda, algo imperdoável. 

Talvez a empresa possa alegar que a pequena produção das camisas é uma decisão estratégica por conta da real tamanho da torcida do América e que seu foco de mercado está voltada a moda surfwear, embora estas sejam desculpas infundadas e sem critérios, tampouco o torcedor-consumidor pode sofrer com tamanha falta de respeito. Pelo momento que o clube passa, reconquistando o carisma do torcedor pernambucano, após uma década e meia longe dos holofotes, não poderia perder a chance de vender mais camisas (o que também prejudica a geração de renda para o clube). 

As poucas vezes que foi fornecido o material esportivo para venda, apresentou outro erro lamentável, distribuindo apenas o padrão listrado, deixando o torcedor sem poder de escolha, visto que são muitos os que almejam não só comprar o padrão listrado, mas também o verde, que foi bastante utilizado pelo clube no estadual e o branco, utilizado apenas na segunda rodada contra o Porto, na etapa complementar. Enquanto a RTdM "come mosca", vemos aqueles que desejam comprar uma camisa do América acabam sendo forçados a comprar em camelôs ou na frente dos estádios produtos piratas, não com o intuito de economizar, mas este no momento é o único recurso que lhe coube para externar o orgulho de vestir as cores alviverde, sem contar que a venda deste material esportivo valoriza não somente a marca América-PE pelo mundo afora, mas também os patrocinadores que investiram para ter algum retorno publicitário.

Se existe dificuldades na distribuição de material esportivo que sejam apontadas justificativas, não entregar NENHUMA camisa nos pontos de venda e principalmente na sede do clube não tem desculpa, caso contrário será inevitável a procura por um novo fornecedor no porte regional de uma Tronadon ou Orangotango ou porque não, firmar parceria com uma Finta ou Kanxa, que fornecem seus materiais esportivos para clubes com tradição, retorno de mídia e publico inferiores ou equivalentes ao nosso América, como o Aguia de Marabá-PA, Olaria-RJ, Fluminense-BA e Ituano-SP, que dão garantias a estes clubes e que os uniformes que atendam a demanda do consumidor.


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Off-topic: O Blog do Mequinha criou uma enquete situada direita da pagina, pedindo a sua opinião a respeito de uma possivel troca do fornecedor de Material. Para você, qual empresa o América poderia firmar parceria para 2012? Comente. Vote. Opine.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Começa a votação do Craque do Pernambucano 2011

A Globo Nordeste irá premiar mais uma vez o Craque do Campeonato Pernambucano, escolhido dois jogadores de cada um dos doze clubes que disputam a competição em uma votação popular através da internet e das urnas da Globo que irão percorrer as cidades sedes dos clubes entre os dias 24 de abril ao dia 1º de maio. Ao todo, dezenove atletas esmeraldinos concorrem a premiação: os goleiros Gleibson e Ibson; os laterais Arley, Edmilson, Roma e Ronaldo; os zagueiros Carioca, David e Negreti; os volantes Alexandre Oliveira, Batata, Kel e Mousinho; os meias Janderson e Léo, além dos atacantes Branquinho, Flávio Barros, França e Silvano. Definidos os dois melhores de cada clube, os cronistas esportivos vão escolher o grande vencedor e, por fim, eleger a seleção do Campeonato Pernambucano. Abaixo, o roteiro da urna para a votação, com visita programada no dia 28 próximo a sede do clube, no Mercado de Casa Amarela, das 9h às 17h e na Praça Agamenon Magalhães em Paulista, das 9h às 13h. Para votar pela internet, clique AQUI para votar nos atletas do América ou acesse http://pe360graus.globo.com/trofeulancefinal e clique sobre o escudo do Campeão do Centenário. 24 DE ABRIL Caruaru – estádio Luiz Lacerda, das 12h às 17h. Recife – Ilha do Retiro, das 12h às 17h. 25 DE ABRIL Santa Cruz do Capibaribe – no Moda Center. Das 9h às 17h. Recife – Mercado de São José, das 9h às 17h. 26 DE ABRIL Petrolina – Praça do Bambuzinho, no Centro Comercial. Das 9h às 17h. Caruaru – Em frente a Igreja da Conceição, no Marco Zero da cidade. Das 9h às 17h. Olinda – Shopping Tacaruna. Das 10h às 22h. 27 DE ABRIL Vitória de Santo Antão – Avenida Mariana Amália, nas imediações do Banco do Brasil. das 9h às 17h. Recife – Rua da Imperatriz, esquina com a Rua da Aurora. Das 9h às 17h. 28 DE ABRIL Araripina - na Praça da Matriz, no Centro. Das 9h às 17h. Cabo de Santo Agostinho - Estação Ferroviária, no Centro. Das 9h às 17h Recife – Mercado de Casa Amarela. Das 9h às 17h. 29 DE ABRIL Paulista – Praça Agamenon Magalhães, em frente à Igreja Santa Isabel. Das 9h às 13h. Recife – Shopping Center Recife. Das 10h às 22h. 30 DE ABRIL Salgueiro – Praça da Igreja Matriz de Santo Antônio, no Centro. Das 9h às 17h. Abreu e Lima Na feira de Abreu e Lima. Das 9h às 17h. Recife – Mercado da Madalena. Das 9h às 12h. Recife – Mercado de Água Fria. Das 13h às 17h. 01 DE MAIO Recife – Estádio do Arruda. Das 12h às 17h. Recife – Estádio dos Aflitos. das 12h às 17h.

Parabéns, América!

Por Roberto Vieira O América mostrou porque sempre foi grande. Ao contrário de outras equipes. As quais se perdem nas conveniencias do destino. O América bateu o Porto. O América bateu o Náutico. O América foi ao sertão. O América voltou firme na primeira divisão. Sem malas de 140 mil reais. Sem luzes que se apagam no princípio e no final. Apenas com a paixão esmeraldina imortal. Time grande não é grande apenas no patrimônio. Precisa ser grande na História. Precisa ser grande no respeito ao seu torcedor. Parabéns, América! Que a imagem lá em cima. Da Volta Olímpica de 1967. Em plena Ilha do Retiro. Volte a se tornar realidade... -- Roberto Vieira, 45 anos, médico, escritor pernambucano e torcedor do Clube Náutico Capibaribe. Autor dos livros 'O Clássico dos Clássicos - 100 anos de História', 'Pernambuco na Copa do Mundo (1930-1950)' e 'América, Campeão do Centenário', este ultimo a ser publicado ainda este ano. Edita o Blog do Roberto. Visite!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Blog do Mequinha Pictures apresenta....

Antes da delegação viajar para Araripina na noite da última sexta-feira, o Blog do Mequinha planejou criar um vídeo contendo os momentos que marcaram a trajetória do elenco Esmeraldino nas 21 rodadas disputadas antes da grande decisão contra o Bode do Araripe, exaltando os momentos de felicidade da torcida e dos jogadores após cada gol marcado durante os jogos. Para trilha sonora destes momentos de luta e respeito à camisa esmeraldina, utilizamos a musica '10 mil vozes', da banda de hardcore CPM 22, que aborda em sua letra justamente estes sentimentos de superação dentro de campo e que ficou impregnado em todos os membros da comissão técnica e em cada jogador que soube honrar a tradição contida no manto Esmeraldino.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A gente já sabia, Luiz Freire!

A gente já sabia, Luiz Freire! Só estava faltando você ilustrar!! Acessem o blog do Luiz Freire: http://luizfreirecharge.blogspot.com/

Fechando com chave de ouro

Depois de sofrer uma derrota para o Náutico dentro de casa, o Mequinha Jr fechou sua participação no campeonato pernambucano de juniores de 2011 com uma goleada em cima do Araripina em plena Chapada do Araripe.

A brilhante campanha foi encerrada com 4 gols assinalados por Marquinhos, Nininho e Júlio. Marquinhos fez dois gols e se consolidou como o artilheiro do Mequinha Jr. e o oitavo maior artilheiro do campeonato pernambucano com 10 gols em toda a competição.

Mais uma vez devemos destacar e elogiar o trabalho feito pela comissão técnica que foi assumido com muito compromisso e empenho pelos jogadores. Esse trabalhou deixou a equipe na sexta colocação com 31 pontos, colocando o América à frente de Santa Cruz, Central e outras equipes que estavam a mais tempo na série A1 e consequentemente desenvolvendo um trabalho contínuo na base.

Paulo Júnior, o salvador da pátria

A permanência do América na Série A1 do Campeonato Pernambucano bem que poderia virar roteiro de novela e o título seria O Salvador da Pátria. O ator principal da trama seria o técnico Paulo Júnior, que conseguiu livrar o Mequinha da Segundona depois da equipe passar quase todo a competição na zona do rebaixamento. O coadjuvante seria o zagueiro Carioca, que marcou o gol redentor aos 48 minutos do segundo tempo contra o Araripina, que decretou o placar de 2x1. Paulo Júnior assumiu o América na 11ª rodada e conseguiu fazer com que os jogadores reagissem no Estadual. Foram sete vitórias, um empate e quatro derrotas, um total de 22 pontos somados de um total de 36. Antes dele, o Periquito foi dirigido por Luciano Ribeiro e Nereu Pinheiro. "Foi mais importante do que se eu tivesse colocado a Cabense no G-4", comemorou o técnico, que no início do Estadual era o comandante do time do Cabo de Santo Agostinho. Foi a segunda importante conquista de Paulo Júnior no América. No ano passado, ele dirigiu o time que conseguiu o retorno do Mequinha à Série A1. O coração dele já está ficando alviverde. "Espero acertar com a diretoria para comandar o time no próximo ano, para que a gente chegue forte e brigue por uma vaga no G-4." Mesmo com quase tudo acertado para ele dirigir um time na Série A2 deste ano, o futuro do técnico deve ser o Periquito ainda no segundo semestre deste ano. O técnico contou em detalhes o gol salvador. "Carioca estava sentindo uma lesão e não queria ir para o ataque, quando ele resolveu ir, no final, fez o gol. Quando o jogo do Ypiranga acabou, foi só felicidade", finalizou Júnior, que no ano passado conquistou o troféu de campeão do Interior pelo Salgueiro.
Paulo Júnior, o salvador da pátria. Jornal do Commercio, Recife, 19 abr. 2011. Caderno esportes, p. ?.

Gol que parece mais um roteiro de cinema

Não existe melhor definição para tento que livrou América da queda
No momento em que o zagueiro Carioca abriu os olhos, na manhã do domingo, 17 de agosto, os sentimentos de pressão e nervosismo se misturaram no corpo do jogador. Havia chegado o dia da decisão para o América! Daquele instante, até o apito final da partida contra o Araripina, o atleta descobriria que seria titular, ganharia do técnico Paulo Júnior a camisa número 4, perderia em quatro oportunidades um gol. Na quinta, arriscaria e se consagraria. O que essas situações têm em comum? Aparentemente, nada! Mas, quando a bola balançou as redes, naqueles 48 minutos do segundo tempo, o defensor entendeu que tudo havia convergido para um objetivo: o herói da partida tinha de ser ele. Mas tudo tem de ter um preço. E o valor pago por Carioca foi a perda de uma boa noite de sono. “Recebi ‘mil’ ligações nas últimas horas. Parece mentira tudo o que está acontecendo comigo. É muito bom todo esse reconhecimento”, disse o zagueiro, que na verdade se chama Diogo Fragoso, e é pernambucano. “Ganhei o apelido porque morei no Rio de Janeiro, quando criança”, falou. Gols, mesmo, esse foi o primeiro. Desde que se tornou profissional, há três anos, o defensor, formado nas categorias de base do Sport, ainda não havia balançado as redes. “Minha função, na verdade, é impedir os gols. Mas, se tinha de haver algum, com certeza, não poderia ter sido melhor”, contou. A personalidade retrancada ficou perceptível logo quando Carioca soube da entrevista com a Folha de Pernambuco. “Não vai ter câmeras de televisão, nem nada... Não é?!” Como um bom zagueiro, nada de ir ao ataque, nas primeiras conversas. “Não sou acostumado com essas coisas de entrevistas, badalação. Sempre fiquei na minha. Isso é tudo muito novo para mim”, revelou. Mesmo assim, poucos minutos - e algumas risadas - destruíram totalmente o sistema defensivo do jogador. “Ter feito esse gol também valeu para que (o zagueiro) Deivid parasse de pegar no pé. Ele já fez gols nesse Estadual. Agora, o foco das gréia será Negretti, que terminou o campeonato em branco”, contou. Os dois companheiros, inclusive, tiveram participações na conquista de Carioca. Deivid, dono da camisa número 4, no esquema de Paulo Júnior, não pôde jogar contra o Bode. “Ele disse que essa camisa daria sorte. Porque, na última vez que vestiu contra o Araripina, fez o gol da vitória aos 49 do segundo tempo”, revelou Carioca, relembrando da vitória por 2x1 sobre os sertanejos, no primeiro turno do Estadual. Já Negretti, companheiro de zaga do último jogo, foi quem o ajudou no heroico gol. “A jogada já havia sido trabalhada pelo professor, conosco. A função dele era puxar a marcação, para eu ficar sozinho, e cabecear. Ainda bem que deu tudo certo.” Filme que, segundo o jogador, passou pelo menos quatro vezes por sua cabeça. “Era uma jogada nossa. Em quatro escanteios, eu tive vontade de ir para a grande área adversária. Mas, como havia me machucado, não fui”, disse o jogador, que acredita ter feito a melhor escolha. “Todo mundo insistiu para eu ir à área, naquela jogada. Eu estava confiante. Então, me arrisquei no quinto escanteio... O fim da história, todo já mundo conhece”. A história do último domingo pode ter acabado. Já o futuro do jogador promete ter outras emoções, ainda este ano. Carioca recebeu propostas de equipes do interior de São Paulo e, também, de clubes que irão disputar a Série A2 de Pernambuco. Assim, outras oportunidades de gols devem surgir na carreira do garoto de 22 anos. No entanto, outro tento como o dos “48 minutos do segundo tempo”, que livrou uma equipe do rebaixamento, deve mesmo ser inesquecível.
TAVARES, Paulo Henrique. Gol que parece mais um roteiro de cinema. Folha de Pernambuco, Recife, 19 abr. 2011. Caderno esportes, p. ?.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

“O América vai sair dessa. Eu sou um vencedor.”



Momento do gol de empate de Branquinho. Créditos: Paulo Elias/Site Araripina FC

Essas foram as palavras de João Antônio Moreira ditas no dia 02 de fevereiro antes do jogo contra o Vitória no Ademir Cunha, mas poderiam ser de todos os torcedores Esmeraldinos que acreditavam na permanência, mesmo com a pífia campanha no início do campeonato; essas poderiam ser as palavras de Paulo Jr.; poderiam ser as palavras de todos os jogadores Alviverdes...

E vencedor foi o time Americano nos jogos de volta da primeira fase. Terminamos com a quarta melhor campanha e fica aquela dúvida: e se Paulo Jr. tivesse no Mequinha desde o começo? Essa campanha foi histórica por representar uma das maiores recuperações da história do futebol de Pernambuco. E melhor ainda, com praticamente o mesmo time que fez uma campanha inversa nos primeiros onze jogos do certame.

Para uma imprensa que se acostumou a dar notícias por conveniência e que não acompanhou o trabalho do Clube Esmeraldinos na luta pela permanência, o resultado é visto com surpresa e espanto. As vitórias contra Porto e Náutico foram interpretadas como acidentes de percurso causados pela conjuntura. Mas quem tava acompanhando o esforço desses jogadores, da comissão técnica e da diretoria sabe que não foi assim.

Mantivemos-nos com todos os méritos de um time que terminou o campeonato com uma sequência de quatro jogos sem perder; com os méritos de um time que foi solidário e que se superou dentro de campo nos momentos mais difíceis; com todos os méritos de quem sempre acredita, pois sabe que, literalmente, veste a esperança.

A história do jogo, meus amigos, é uma síntese perfeita do que ocorreu ao longo de todo o campeonato. Começamos perdendo perto do final da partida, empatamos e nos acréscimos viramos o resultado ao nosso favor. O esquema tático, os detalhes do jogo são meros ajustes retóricos. O importante é o fato histórico, a doação dos jogadores, a perspicácia do nosso treinador... a crença da nossa torcida!

Hoje, amigos, dou-me o luxo de não descrever a partida. Garanto que ela seguiu os padrões já apresentados em outras crônicas. Hoje não vencemos apenas o Araripina, vencemos a descrença no nosso potencial, vencemos os prognósticos dos que não nos conhecem.

O América saiu dessa, porque somos todos vencedores!







domingo, 17 de abril de 2011

Eu Voltei PRA Ficar

sábado, 16 de abril de 2011

Araripina x América - FINAL

Após 22 jogos finalmente chegou o grande dia. Dia de definir nossa situação para a Série A1 2011. Para um time que ficou quase todo o campeonato na zona de rebaixamento, outras tantas rodadas sendo o lanterna da competição é muito bom chegar na última rodada com chances de fugir do rebaixamento. Bem que com nosso desempenho no segundo turno não precisava ser tão sofrido. Mas infelizmente tropeçamos nos nossos próprios erros, ficando sem pontuar s cinco primeiras rodadas e conquistando os primeiros três pontos apenas na ultima rodada do primeiro turno. Nesse momento vem à tona todas aquelas partidas memoráveis que o Mequinha calou a boca de muita gente. A primeira vitória fora de casa contra o Porto antes do Carnaval. Como aquilo foi bom, serviu para finalmente soltar o grito que tava entalado. Antes disso, a vitória de 2 a 1, sobre o Araripina, nos ultimos segundos dos acréscimos, sendo o nosso primeiro time que vencemos nesse campeonato. A vitória contra a Cabense também foi primordial para continuarmos com o sonho de sair desta situação indesejada por todos, principalmente devido a diferença de sete pontos nosso para o vice-lanterna. Depois veio o Petrolina em nossos domínios por 3x2, apesar do placar apertado, o time demonstrou uma excelente postura dentro de campo. Tivemos também a bela vitória dentro do Carneirão, quebrando um o longo tabu sem vitórias dentro deste estádio. Goleamos o Vitória dentro de seus domínios. E por falar em vitória,qual torcedor esmeraldino vai se esquecer da vitória maravilhosa contra o Náutico, principalmente após as calunias sofridas chegando ao ponto de uma queixa na delegacia? Uma vitória conquistada na raça e superação daqueles que estiveram em campo e contando com a leitura de jogo irretocável de Paulo Junior, um dos grandes responsáveis por esta recuperação. Foram momentos bons, mas também momentos muito ruins, que não podem ser esquecidos. Como a virada do Vitória e Ypiranga em cima do Periquito, ambas no finzinho de partida. A derrota em casa para o Salgueiro, num dia que tudo deu errado, dando um banho de água fria na torcida após o primeiro ponto conquistado fora de casa. A perda de dois mandos de campos devido a irregularides no Ademir Cunha, mandando os jogos contra o Porto e Central no Carneirão e Gileno de Carli, respectivamente, abalando completamente o rendimento do Campeão do Centenário. E para terminar a derrota na estréia para o Sport, dentro da Ilha do Retiro, com direito a irregular de Carlinhos Bala, expulsão desnecessária de Givaldo nos primeiros dez minutos de jogo e gol anulado de Douglas, onde somente Claudio Mercante poderia conseguir realizar tais barbaridades. Foram derrotas que fizeram muita gente deixar de acreditar time alviverde. Foi um campeonato sofrido e caminha para uma decisão mais sofrida ainda, talvez ainda mais sofrida do que o nosso acesso conquistado ano passado contra o Chã Grande, resultado no critério de gol marcados, superando o Timbaúba. Bem que o técnico Paulo Junior avisou que seria assim até dia 16 de abril. Agora não nos resta mais nada que não seja torcer e acreditar. Toda a torcida esmeraldina deposita suas esperanças no elenco alviverde, que nunca nos decepcionou. Que está lutando contra todas as forças há desde a sua fundação. Quebrando todos os prognósticos e derrubando favoritos. Esta é a essência de ser americano. Essa é a hora da decisão. Mostrar que não há nada que amedronte o Periquito. Que dentro de campo a situação é diferente. Faço um apelo ao técnico Paulo Junior para evitar jogar atrás e sair para o jogo, já que tem todos os jogadores disponíveis para isso. Agradeço aqui a todos que torcem pelo sucesso esmeraldino, em todo canto do mundo. Vamos Periquito, chegou à hora de mostrar sua força!
Em pé: Periquito Mequinha, Silvano, Carioca, David, Negretti e Gleibson. Agachados: Roma, Alexandre Oliveira, Janderson, Edmílson, Branquinho e França.
VAI PRA CIMA DELES MEQUINHA!!!
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OFF-TOPIC Para aqueles que estão com a saude em dia e não tem medo de fortes emoções, Araripina x América será transmitido ao vivo no site da Ariri 90,3 FM a partir das 15h na GRANDE JORNADA ESPORTIVA! Clique no link abaixo e vamos torcer juntos pela permanencia do Campeão do Centenário na divisão de elite do futebol pernambucano! Pois EU ACREDITO!!!

Vencer pra Sobreviver II

Apesar das da conquista do acesso à primeira divisão, a campanha de 2010 também guarda algumas características semelhantes a este ano. Primeiramente, que participar da Série A2 por si só já é uma questão de sobrevivência, o que dirá para uma equipe tradicional como o América, com diversas conquistas somadas ao longo dos anos e beirando o seu centenário. A liberação do Ademir Cunha para os jogos do América também é algo para ser lembrado. Com o estádio interditado desde 2006 para jogos realizados pela FPF, o clube esmeraldino em parceria com a Prefeitura do Paulista rebolou muito para conseguir a aprovação de todos os laudos de segurança do estádio. Em 2011 a história se repetiu. Com a normas de segurança ainda mais rígidas na divisão de elite de estadual, a liberação do Ademir Cunha só ocorreu após o inicio do estadual, deixando seqüelas na campanha esmeraldina, fazendo com que o América mandasse as suas duas primeiras partidas em casa no Carneirão contra o Porto, em Vitória de Santo Antão e no Gileno de Carli, no Cabo de Santo Agostinho, contra o Central. As coincidências não param por ai. O elenco alviverde também sofreu grandes mutações no seu elenco. Sem um grupo fechado, o técnico Paulo Junior foi perdendo alguns atletas, como o goleiro Eduardo e se reforçando no andar do estadual. Jogadores como o goleiro Anderson, lateral Arley e o atacante Muller, autor dos três gols da conquista do jogo decisivo contra o Chã Grande chegaram faltando um mês para o fim do campeonato. O mesmo ocorreu este ano, com soma dos talentos de França, Janderson, Flavio Barros, Kel, Philco e Rafael Soares, coincidentemente, faltando apenas um pouco mais de mês para o fim da primeira fase do PE2011. E por fim, o acesso à primeira divisão teve tons de dramaticidade, assim como esta sendo nossa permanência a ela neste ano. Com três equipes lutando por uma única vaga para o retorno a divisão de elite do estadual (América, Chã Grande e Timbaúba), embora sua torcida mantinha a crença no acesso, o América era o que possuía chances remotas de conquistá-la, decidindo fora de casa contra o Chã Grande que possuía ao seu favor uma torcida envolvida, além de possuir ao seu favor um aproveitamento excelente dentro de casa. Na outra partida, o Timbaúba líder do grupo, pegava fora de casa o Pesqueira, um time sem pretensões de ascender a primeira divisão. O resultado todos nós já sabemos, com o América goleando o Chã Grande e conquistando o acesso através do critério de gols marcados, com a mesma pontuação e saldo de gols, mas com um gol a mais que o Timbauba. Nesta ultima rodada, a situação se repete, jogaremos fora de casa contra o Araripina, que possui aproveitamento excelente dentro de casa e com uma torcida que faz o papel de 12º jogador no Chapadão do Araripe, do outro lado teremos Ypiranga e Vitória que pegarão em seus domínios duas equipes sem qualquer pretensão no certame. Esperamos que estas coincidências continuem se repetindo e que Paulo Junior faça seu elenco repetir a mesma superação adotada no ano passado, crendo no nosso sucesso durante todo o noventa minutos de partida. Que o nosso EU VOLTEI AGORA PRA FICAR seja remodelado na segunda-feira para EU VOLTEI PRA FICAR. EU ACREDITO!!!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Vencer pra Sobreviver I

Vencer para sobreviver. Esta foi a situação esmeraldina no ano de 1995, que disputou o seu ultimo ano na primeira divisão do Campeonato Pernambucano. Com o empate em numero de pontos ganhos, América e Estudantes de Timbaúba decidiram o rebaixamento através de uma partida extra, com a arbitragem de Djalma Cândido e os assistentes Erick Bandeira e Ricardo Tavares, ambos ainda em plenas atividades na arbitragem estadual. Pelo regulamento daquele ano, apenas o lanterna do estadual seria rebaixado para a Série A2. Com um trabalho iniciado há apenas quinze dias antes da estréia do estadual e sofrendo sérias dificuldades financeiras e administrativas, o América conseguiu formar um time solidário, sob o comando de Marcos Costa, ex-atleta do clube nas décadas de 70. Foi em 1995 que Marcos Costa iniciou sua carreira de técnico, na mesma equipe que o projetou como atleta profissional.
Marcos Costa, técnico do América em 1995
O Campeonato Pernambucano de 1995 nos reserva algumas coincidências com a nossa atual situação no Campeonato Pernambucano de 2011. Assim como neste ano, a equipe comandada por Marcos Costa sofreu vários revés no primeiro turno da competição, mesmo com um futebol aplicado dentro de campo. No segundo turno a equipe esmeraldina conseguiu uma certa recuperação, mesmo que de forma tímida, guardando às emoções de livrar-se do rebaixamento apenas na sua ultima partida. Com o “jogo da morte” disputado na Ilha do Retiro, o América não tomou conhecimento do Estudantes, aplicando uma goleada de 4x0, com destaque para Jailton, autor de três gols. O outro gol foi marcado por Lira. O time montado por Marcos Costa, que salvou o América do rebaixamento alinhou Pimentinha (Sandro); Nilton (Clodoaldo), Jean Pierre, Edvaldo e Peu; Haroldo, Henrique e Lira; Paulo Cesar (Eloi), Jailton e Alexandre.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Heróis do passado e do presente

Nos seus 97 anos o América se orgulha dos jogadores que um dia vestiram sua camisa e dos que agora a vestem. Alguns se destacam pelos feitos dentro de campo, sejam estes feitos as marcas de goleadores, o empenho de defensores ou a segurança de seus goleiros.

Leça talvez seja uma das figuras maiores. Sua segurança como goleiro foi aclamada no Brasil e seu nome chegou a ser letra de música. Leça ajudou o Mequinha na conquista do último título do campeonato pernambucano em 1944. Zé Tasso também fez história no Mequinha, no entanto como artilheiro no campeonato de 1918, além de ter ajudado com seus gols e toques refinados em vários títulos Alviverdes. Dequinha jogou no América em 1950 e defendeu a seleção brasileira na copa do mesmo ano. Vavá também atuou no América em 1948 e foi artilheiro nas copas de 1958 e 1962. De fora destaca-se Alberto Salonni que jogou no Mequinha em 1932 e defendeu a seleção argentina.

Zé Tasso, Dequinha, Leça e Vavá marcaram história no América-PE.

Esses são heróis do passado, alguns com títulos pelo América, outros apenas marcaram história por ter atuado no clube e mais tarde despontado no futebol nacional e internacional.

E no presente? De quem poderíamos no orgulhar e por quê?

De fato podemos eleger alguns heróis na história recente do América. Acredito que dois nomes podem ser citados sem cerimônias: David e Mousinho. Curiosamente ambos atuam no sistema defensivo.

Esses dois jogadores estiveram no América em momento decisivos recentemente e sempre souberam defender as cores da camisa Esmeraldina.

Na campanha de 2008 David e Mousinho estiveram presentes e viram as chances do retorno irem embora numa simples derrota para a Cabense. Esse fracasso foi a base para uma história de superação.

Ambos estavam novamente na campanha de 2010 quando fomos vice-campeões da série A2. David se destacou na defesa segurando nossos adversários com muita técnica e vigor físico. Mousinho foi peça fundamental no meio de campo, marcando com precisão e saindo com qualidade no toque de bola. Mousinho marcou apenas um gol em toda a competição e foi um gol decisivo na épica vitória contra o Chão Grande que garantiu o vice-campeonato ao Alviverde e seu acesso a série A1 do pernambucano.

Novamente eles integram o elenco Americano neste ano. Tiveram partidas muito boas, mesmo quando o América estava mal no início do campeonato. David mais uma vez mostrou garra garantindo o primeiro ponto do América no PE2011 com um gol de cabeça e a primeira vitória contra o Araripina numa partida emocionante.

Por esses e outros serviços prestados ao Alviverde é que Mousinho e David se identificam muito com a torcida e podem ser reconhecidos como heróis do presente.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Tava fazendo falta aqui no blog...

É o Periquito dando um "presente de grego" dos 110 anos do Timbu... Que o Bode não venha querer fazer o mesmo com a gente domingo! Acessem o Blog do Luiz Freire: http://luizfreirecharge.blogspot.com/

Emerson Sobral novamente

A Federação Pernambucana de Futebol definiu na tarde de ontem (12) a escala de arbitragem para a ultima Rodada da primeira fase do Campeonato Pernambucano de 2011. E o árbitro que apitará o a partida que decidirá a permanencia do América na divisão de elite será Emerson Sobral, que coincidentemente foi o mesmo arbitro que apitou a ultima partida do América, contra o Nautico no Ademir Cunha. Sobral será auxiliado por Jossemmar Diniz e Wilton Lins. Já o quarto arbitro será Anderson Freitas. A partida entre Araripina x América está programada para este domingo (17), às 16h, no Chapadão do Araripe. Juniores A escala de arbitragem dos Juniores de 2011 também foi definida. A partida do Periquito também será contra o Bode e terá inicio às 13h45. A responsabilidade do apito foi dada a Wagner Cabral e seus auxiliares os mesmos definidos na escala dos profissionais.

Superação

Essa é a melhor palavra que expressa o momento vivido por dois atletas Alviverdes: Silvano e Gleibson. Praticamente em opostos dentro do campo (Gleibson no gol e Silvano no ataque), os dois jogadores passam por uma das experiências mais típicas do futebol, sendo que desta vez eles oscilaram de baixo para cima. Silvano foi titular da equipe em quase todo o campeonato e suas atuações geravam desconfiança da torcida Americana. Com a chegada de Paulo Jr. e o advento de alguns reforços, principalmente Flávio Barros, o artilheiro Esmeraldino perdeu a vaga de titular. Isso não o desanimou e ele seguiu firme no trabalho. Na reta final quando o América mais precisou, Silvano foi decisivo. Anotou o gol do empate contra o tricolor das tabocas, na virada em Vitória de Santo Antão e foi o autor do primeiro e último gol do Alviverde contra o Náutico, iniciando a reação e finalizando a goleada. Vale lembrar que ele agora se encontra na condição de artilheiro da equipe Esmeraldina com 5 gols, três deles foram contra o Náutico e o primeiro gol dele também foi o primeiro do América no PE2011, contra o Santa Cruz no Arruda. Gleibson por sua vez vive momento muito parecido. Foi titular sob o comando de Luciano Ribeiro e Nereu, chegou a falhar em alguns momentos. Paulo Jr. passou a optar por Ibson, mas deu a oportunidade a Gleibson em alguns jogos. Na partida contra o Ypiranga Gleibson encontrava-se com um forte resfriado e sequer foi relacionado para o jogo. Seguiu firme na semana de treino e foi opção de Paulo Jr., que não errou. Em tarde inspirada o paredão Alviverde foi seguro nas saídas de gol e no momento mais crítico da partida defendeu um pênalti e ainda contou com a competência e sorte para evitar dois gols alvirrubros. Gleibson e Silvano talvez retratem o momento que todo o elenco Esmeraldino atravessa. Muitos jogadores se superaram ao longo do campeonato e são peças fundamentais para o América nesse momento. Entre eles podemos destacar Roma, Edmilson e Branquinho. Outros mantêm a regularidade já conhecida da torcida Alviverde, como Carioca, David, Alexandre Oliveira e Negretti. Mas sem dúvida as chegadas de França e Janderson somaram muito nessa luta pela permanência. Agora os torcedores contam que todo o elenco, titulares e reservas, mostrem mais uma vez esse espírito de superação e mantenham o América na primeira divisão, selando com louros uma brilhante campanha de recuperação.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma verdadeira paixão pernambucana

Não há palavras para descrever a sensação comemorar a partir da meia noite do dia 12 de Abril os 97 anos do América Futebol Clube. O sonho daqueles garotos, reunidos na rua João de Barros, talvez, levando a atitude apenas como uma diversão jamais poderiam prever que o AMERICA seria este clube tão amado por todos do estado. Só que ele só se tornou o que é por conta daqueles incansáveis que verdadeiramente amam este clube quase centenário, que jamais o abandonou nos piores anos de sua existência, quando para muitos esta instituição quase centenária não existisse. São verdadeiros heróis aqueles que nunca se omitiram e sempre trabalharam para que o amado Campeão do Centenário se desenvolvesse constantemente, chegando cada vez mais no topo e conquistando cada vez mais apaixonados pelas cores verde e branca. E foi com todo este amor e espírito de luta centenas de esmeraldinos puderam enfim festejar de maneira ímpar e inesquecível o retorno épico do Periquito novamente a divisão de elite na divisão do nosso estadual Infelizmente, eu não estava lá de corpo presente... mas pude acompanhar a quase todos os momentos e posso dizer que foi uma das maiores emoções da minha vida, incomparável apenas do sentimento que senti do nascimento da minha herdeira, mesmo assim, a emoção foi demais. E a família esmeraldina se reuniu no mesmo lugar em que aqueles mesmos jovens esmeraldinos mais tarde se reuniam para comemorar as nossas vitórias: na Estrada do Arraial. Neste dia, gritos de alegria ecoaram por toda Casa Amarela. A sede, símbolo maior do América, mesmo fechada, foi pintada de verde e branco. Bandeiras, camisas, e, principalmente, garotos, com aquela mesma gana de vitória daqueles jovens de 1914... Para nós, o que importa hoje é que, mesmos na dificuldade, estamos aqui para celebrar os 97 anos desta instituição ímpar no futebol nacional. Somos o primeiro time a conquistar um campeonato nordestino e fomos a mola propulsora do que é hoje a Federação Pernambucana de Futebol, sendo o glorioso Alviverde da Estrada do Arraial um dos sócio-fundadores. Possuímos seis honrosos títulos estaduais, nove vices, além de onze torneios inícios. Trajaram este manto esmeraldino atletas como Zé Tasso, Julinho, Vavá, Jorge Tasso, Edgar, Oséas, Zezinho, Lessa... e porque não falar de Mousinho, David, Carioca, Gleibson, Jonatha, Lucio, Muller e tantos outros que demonstraram garra ao trazer de volta ao lugar de direito do América, que é e sempre será na primeira divisão do nosso futebol. Juntamente a estes guerreiros, posso também citar o nome de grandes treinadores como o gaucho Alvaro Barbosa, autor do nosso ultimo titulo estadual, o argentino Dante Bianchi, o (velho) Nereu Pinheiro e recentemente nosso atual comandante Paulo Junior, que explodiu no America na Serie A2 do estadual, nosso último grande treinador que sabe representar e honrar este senhor América, quase centenário. Todavia, mesmo diante desta grande história, temos ciência de que ainda é pouco. O "o canto do periquito”, para mim, se dá ali, no terceiro e quarto verso, do hino composto por Mario Filho: "Tens o verde da Esperança, e o branco da paz". Desde então, o América não é só o jogador que veste o manto. É ele também, mas também sou eu que aqui tento realizar esta singela homenagem, dos funcionários que o tratam como um ente querido, dos antigos torcedores, que foram o caule desta resistência alviverde, dos novos torcedores, que estão fazendo brotar o sentimento de amor ao América e até você, que ama as cores de outro time, mas tem um carinho especial pelo América Futebol Clube. O América Futebol Clube é mais do que um clube de futebol, é uma tradição que não se acaba, e por mais fraco que possa aparentar, ele renasce mais forte e rejuvenescido, como a 97 anos atrás... nas mãos de Manuel da Silva Costa, José Bastos, Rodofo e Antonio Aureliano, Elicano Pires, Demócrito Tasso de Souza, Antonio Hermenildo e a garota Noemia Boa Viagem. Feliz aniversário, amado America Futebol Clube. Parabéns ao América e aos americanos pelos 97 anos de história.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Quebradinha

Ameaça cumprida: quebramos o Náutico

Baixaria, denúncias caluniosas e infamatórias e falta de respeito profissional foram alguns dos ingredientes que apimentaram esse jogo contra o Náutico, digno de ser reconhecido como clássico. Mais emoção não poderia faltar.

O América entrou em campo com uma única missão: quebrar o Náutico. Mas não quebrar como muitos acharam... quebrar na bola, era questão de sobrevivência para o América. Um tropeço significaria o rebaixamento antecipado. Além da sobrevivência era questão de honra. Ao longo da semana a direção do Náutico demonstrou uma falta de respeito profissional e na tentativa de justificar esse desrespeito inventou histórias que envolviam os Esmeraldinos de forma caluniosa.

E foi isso que se viu. Os Alviverdes entraram com muita vontade de vencer, mas respeitaram os adversários. Com isso o Náutico tomou iniciativa em alguns lances e abriu o marcador. Daí pra frente veio a superação e o Mequinha soube sair da desvantagem por duas vezes e conseguiu emplacar uma goleada.

A linda festa da torcida Esmeraldina deixou claro a importância da vitória. Nossos jogadores souberam representar bem o manto Alviverde, quase centenário e acima de tudo mostraram a todos que quiseram ver que o único objetivo do América é não cair. É lutar até o fim pela permanência e não ajudar esse ou aquele time. Aliás, nem deveria ajudar pois por três situações em que o América poderia contar com esses times eles falharam e feio. Haja visto os resultados desse fim de semana e de outros.

A alegria de ver um jogo daquele e a emoção foram muito intensas e não se expressa em palavras. Mas se engana quem acha que esta foi a melhor partida do América no campeonato. Na verdade esse foi o padrão de jogo Alviverde adotado em todas as partidas que o Mequinha fez depois da chegada de Paulo Jr. A diferença é que dessa vez nosso ataque funcionou muito bem. As finalizações saíram com perfeição.

Também cabe dizer que as críticas ao elenco Esmeraldino foram infundadas. Nereu deixou o América e alegou que o elenco era muito fraco. Pois bem, o fato é que as únicas mudanças empreendidas por Paulo Jr. foram França e Janderson. Esses foram os jogadores que chegaram como reforços e se definiram como titulares. No mais o time é praticamente o mesmo desde a zaga até o ataque.

Infelizmente a lógica não se concretizou nos outros jogos e o América não saiu da zona de rebaixamento. Mas a luta continua até o último minuto e todos sabemos que não vai faltar vontade de lutar entre esses jogadores e seu comandante.

A dúvida agora é saber qual será a próxima denúncia do Náutico e em qual tipo de delegacia.

sábado, 9 de abril de 2011

Pra ficar na elite

Finalmente é chegado o grande dia. Essa semana foi difícil passar, principalmente após o "disse me disse" criado por alguns "profissionais" da Rosa e Silva, que sem qualquer fundamento significativo difamaram nome de Profissionais sérios e que, acima de tudo, são dignos de confianças e sabem honrar as calças que vestem. A cada partida que passa neste estadual, ela vai se tornando decisão do ano pela frente. Teremos um bom publico no Ademir Cunha, o que deixará o Cunhão com cara de caldeirão. Pela frente teremos um Náutico preocupado mais com seus dois próximos jogos do que este contra o América e virão com time misto. Roberto Fernandes está sem Eduardo Ramos, Rodrigo Heffner e Walter suspenso e há ainda o grupo dos zagueiros titulares que ainda estão machucados: Wescley e Everton Luiz, autor dos dois gols alvirrubros contra o América, nos Aflitos. Do time titular apenas Douglas, Airton e Everton irão enfrentar o Campeão do Centenario. Porém não se engane quem pense que será um jogo fácil. Não há jogo fácil no pernambucano e diante do timbu a situação com certeza será complicada. Entretanto, temos que confiar na nossa equipe, que já demonstrou ter força jogando diante do trio de ferro e acredito que agora iremos fazer o adversário cair no Cunhão. Para esta partida, Paulo Junior terá a disposição todo o elenco, voltando de suspensão o capitão Alexandre Oliveira, o zagueiro Diego Negreti e o atacante Branquinho. De toda forma o que nos interessa é a vitória. Garantindo o time na Série A, a gente se preocupa na montagem e manutenção de todo elenco para a próxima temporada. Temos que contar também com a ajuda de Santa Cruz e Central, que precisam vencer nossos adversários diretos Vitória e Ypiranga para nos assegurar definitivamente na elite do futebol brasileiro. Uma vitória do Periquito, somada a uma derrota de Ypiranga ou Vitória é a receita do sucesso. Já que andaram falando por ai quebraremos sim o Nautico... nossos atacantes irão destruir a segurança dos seus zagueiros alvirrubros, e nossos volantes e zagueiros desmontarão qualquer lance de criatividade ou ofensividade Timbu. Futebol é dentro do campo, sempre respeitando o adversário... o resto é balela e desportividade! Torcedor esmeraldino, o momento é esse. Te encontro no Ademir Cunha para a maior festa do torcedor americano!
--***--
Off-topic Para os torcedores que queiram acompanhar o confronto entre América e Náutico às 16h os ingressos estão à venda no próprio Ademir Cunha e no Arruda, ao preço unico de R$ 10. Para aqueles que preferem acompanhar na poltrona do lar, a Rede Globo Nordeste irá transmitir ao vivo a partida, lembrando que a transmissão da partida é apenas para Pernambuco. Para os exilados que não possuem banda larga o suficiente para assistir através do Justin.tv ou Futebol ao Vivo, as rádios abaixo irão transmitir a partida através do seus sites! Radio Clube AM 720: http://www.clube.am/clubeAM.php?defaultCity=recife Radio Jornal AM 780: http://jc3.uol.com.br/radiojornal/ Radio Olinda AM 1030: http://www.radioolindaam.com.br/aovivo/novo/ Radio Transamérica FM 92.7: http://www.transanet.com.br/recifepop/

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Estamos preparados!

O Ademir Cunha é o nosso QUARTEL, estes aqui são parte do nosso EXERCITO!

Arbitragem definida para o Clássico da Técnica e Disciplina

A FPF (Federação Pernambucana de Futebol) divulgou a escala de arbitragem da 21ª e penúltima rodada deste Campeonato Pernambucano, no final da tarde de ontem. Seis partidas movimentarão o final de semana. Para o Clássico da Técnica e Disciplina entre América e Náutico, Emerson Sobral será o homem do apito, auxiliado por Ubirajara Ferraz e Alcides Lira. Enéias Leite será o 4º árbitro. A partida está programada para as 16h do domingo (10), no Ademir Cunha. Juniores A escala de arbitragem para o Campeonato Pernambucano de Juniores de 2011 também foi definida pela comissão de arbitragem. A partida do Periquito também será contra o Timbu e começará às 13h45. Sergio Claudino será o árbitro da partida, auxiliado por Erick Tibúrcio e Ivan Narciso. Assim como na partida dos profissionais, Enéias Leite será o 4º arbitro, sendo ele o eventual substituto dos arbitros Emerson Sobral e Sergio Claudino.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Treino interrompido 2

Quando a gente pensa que o caso estava encerrado, surge mais uma palhaçada.
Estou espantado com a notícia de que o Náutico entrou com uma denúncia na delegacia do Espinheiro contra o América nessa quinta-feira por conta de supostas ameaças!
O América sempre teve boas relações com todas as equipes do futebol pernambucano e para tentar apagar um fato de ausência de desportividade e falta de respeito profissional a diretoria do Náutico resolve criar um clima de animosidade.
Segundo outros sites de notícias esportivas o Náutico alega que Paulo Jr. e o Presidente Americano fizeram ameaças contra a integridade dos jogadores, as quais seriam realizadas na próxima partida.
Beira o absurdo, pois o Presidente Alviverde foi bastante compreensivo com a "invasão" do elenco do Náutico ontem no Ademir Cunha. João Moreira reconheceu que houve uma falha de comunicação entre a Diretoria Americana e a Prefeitura, a qual criou uma situação de constrangimento que poderia ser evitada e que já havia sido superada com a apresentação da opinião de todos envolvidos. Este reconhecimento se tornou público através de vídeos e textos da imprensa.
Além da posição de compreensão da Diretoria Alviverde, ainda tem o fato de que do outro lado existem profissionais e homens com famílias e histórias. Não existe nenhum menino tentando aparecer e nem sendo oportunista. Todos entram em campo cientes de seu compromisso com a história do América e sobretudo com suas respectivas sobrevivências profissionais e pessoais. É esse compromisso visto na atitude da maioria dos atletas Esmeraldinos que faz a torcida ter respeito e apoiar o trabalho dos homens que vestem o manto Alviverde. As alegações feitas pela diretoria do Náutico reduz esses homens a crianças inocentes e imprudentes. Não é isto que vemos no dia-dia de quem faz o América Futebol Clube, nem de jogadores, comissão técnica ou diretores.
O que entristece os torcedores é que a situação recebe retoques de sensacionalismo quando se encena uma possível "teoria da conspiração" que beneficiaria o Sport no clássico da próxima semana. Os atletas e comissões técnicas de Sport, Santa Cruz e Náutico já mostraram que todos tem condições e vontade de chegar ao título do PE2011, mas parece que a diretoria de alguns desses clubes preferem tentar remediar um provável fracasso com histórias mirabolantes ou sobrenaturais!
Acho que o futebol pernambucano não ganha nada com esta queda de braço extracampo, e muito menos o América, o qual se encontra focado para fugir do rebaixamento e manter seu projeto de reestruturação condizente com um clube quase centenário e que entre suas conquistas tem seis títulos do campeonato pernambucano.
Merecemos o respeito e a paz necessária para quem gosta de trabalhar. Ouçam abaixo, na íntegra, a entrevista de Paulo Junior a Leonardo Bóris, na Rádio Jornal/CBN.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Treino interrompido

Nesta quarta-feira o América teve seu treino interrompido pela delegação do Náutico que solicitou a liberação do Estádio Ademir Cunha para realizar um treino de reconhecimento. A situação gerou desconforto e irritou o treinador Paulo Jr. por ter obrigado que o jogo-treino com os juniores terminasse antes do previsto.
De fato o treinador Alviverde tem toda razão para reclamar. O Santa Cruz realizou um treino no Ademir Cunha para reconhecimento do gramado, mas isto ocorreu após o encerramento do expediente de trabalho Esmeraldino. Outra coisa: ninguém andou fazendo reconhecimento de outros estádios e nem o América dos Aflitos, Ilha do Retiro ou Arruda.
E com base no princípio da reciprocidade, o América não tinha nenhuma obrigação moral de liberar o treino alvirrubro. No começo da preparação Esmeraldina para o PE2011 foi solicitada a liberação de um campo do CT do Náutico e eles negaram, alegando não haver espaço.
A situação ficou parecendo com a de uma pessoa que é retirada do sofá de sua própria casa pelo vizinho quando este deseja assistir televisão. Beira o ridículo e é compreensível a irritação de qualquer profissional que se sente desrespeitado no seu próprio ambiente de trabalho. Alguns podem alegar que o América é coisa pequena (o que ficou parecendo com o comportamento do Náutico) ou um pato morto, mas devemos lembrar que a partida de domingo é tão ou mais decisiva para o América quanto para o Náutico. Ou seja, existe muito a ser disputado no jogo entre o vice-lanterna e o vice-líder. Independente da situação Alviverde no certame o importante é o respeito profissional que deve existir incondicionalmente. E isso não ficou muito claro hoje.
Foi uma bola fora da Prefeitura de Paulista e da Diretoria Americana, que vinham dando apoio e colaborando muito nessa escalada e luta Alviverde pela permanência.
A situação já foi passada e agora o América seguirá trabalhando firme para atingir seus objetivos, continuando na sua linha de respeito aos adversários. Pois não temos rivais, temos adversários que só o são durante a partida, após os jogos todos são profissionais e co-irmãos de atividade e merecem respeito e dignidade por estarem nesta condição.