sábado, 20 de fevereiro de 2016

AMERICA'S OLD PLAYERS: O ATACANTE HELINHO

Em mais uma edição da coluna America’s Old Players vamos comentar sobre mais um atleta que vestiu as cores alviverdes do América do Recife no começo dos anos 1990. Falaremos de Wellington Fernandes da Silva, mais conhecido pelo apelido de Helinho. Helinho é filho do bairro de Porto da Madeira em Beberibe na Zona Norte da capital pernambucana, além de ser filho do Sr. Edson Fernandes da Silva e da Sra. Gilvanete Basílio da Silva.
Helinho vive hoje em Beberibe.
Helinho nasceu no dia 24 de janeiro de 1974 em Recife e começou sua carreira futebolística aos 16 anos atuando nas categorias de base do Sport Club do Recife. Um ano depois, em 1991 e ainda na condição de atleta de base, trocou as cores rubro-negras pelas alvirrubras suburbanas do Santo Amaro, vindo a defender esta equipe no campeonato de aspirantes daquele ano. A sua estreia como profissional do América Futebol Clube aconteceu no ano de 1992 e de pé direito, uma vez que, marcou o gol da vitória esmeraldina aos 42 minutos do segundo tempo contra o Central de Caruaru no Estádio dos Aflitos.
Logo no ano seguinte, o ponta-esquerda Helinho trocou o América pelo Central do treinador Paulo Emílio, onde vestiu a camisa da Patativa do Agreste até 1994.  Em 1995, a Desportiva Vitória o contratou na intenção de montar um dos melhores times da história do futebol do interior pernambucano. Naquele ano, o Vitória assombrou as grandes equipes do estado com um futebol de encher os olhos do seu torcedor, como na vitória por 3x1 em cima do Sport em plena Ilha do Retiro em 05 de fevereiro de 1993 (gols de Baíca, Helinho e Vavá) e a vitória por 2x0 sobre o Náutico em pleno Estádio dos Aflitos no dia 8 de março (gols de Helinho e Vavá). Com a camisa do Tricolor das Tabocas, Helinho se tornou o 3° maior artilheiro do Campeonato Pernambucano de 1995, com 20 gols marcados.
Após o campeonato estadual de 1995, Helinho chamou a atenção dos portugueses do Rio Ave Futebol Clube da cidade de Vila do Conde, que o contrataram para o restante da temporada 1995/1996 do Campeonato Português da Série B (Liga de Honra). Com a camisa verde e branca do Rio Ave, Helinho se tornou campeão da Série B de Portugal, conseguindo o acesso do clube para a primeira divisão portuguesa ao lado do Vitória de Setúbal e do Sporting de Espinho. Há de se destacar nesta campanha de acesso, a grande vitória do Rio Ave fora de casa por 1x0 contra o Nacional da Ilha da Madeira, com gol de Helinho de pênalti aos 20 minutos do primeiro tempo.
Helinho em destaque com a camisa do Rio Ave de Portugal


Em 1999, Helinho voltou ao Brasil para vestir as cores rubro-negras do Moto Clube de São Luís do Maranhão no Campeonato Brasileiro da Série C, competição disputada também pelo Fluminense/RJ. O Moto Clube se classificou em segundo lugar num grupo que continha ainda o Botafogo/PB, Potiguar/RN, Picos/PI, Fortaleza/CE e Tocantinópolis/TO. No dia 6 de outubro de 1999, o Moto Clube, do treinador Maurício Simões, venceu por 2x0 a equipe do Botafogo da Paraíba no Estádio Nhozinho Santos em São Luís, tendo Helinho anotado o segundo gol dos maranhenses. Na fase seguinte, o Moto Clube teve como adversário o Fluminense/RJ, vindo a ser eliminado em um play-off com um empate em São Luís e duas derrotas no Rio de Janeiro. Em 2000, após uma rápida passagem pelo Sete de Setembro de Garanhuns, Helinho voltou a vestir a camisa tricolor da Desportiva Vitória, equipe pela qual disputou o Campeonato Pernambucano daquele ano, vindo a encerrar a carreira após o término do certame. 

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